20 May. 2019, 18h00

Fieg empossa dois novos conselhos

Na reunião da diretoria, a Fieg empossou segunda-feira (20/05) novos integrantes do Conselho Temático de Agronegócios e o presidente da Câmara Setorial da Moda. São dois setores considerados estratégicos para a gestão do presidente Sandro Mabel (2019-2022), sobretudo pela vocação econômica de Goiás e pelo potencial de desenvolvimento das respectivas cadeias produtivas. No agronegócio, os trabalhos são liderados pelo empresário Alfredo Luiz Correa, com colaboração de Marduk Duarte, na vice-presidência, e dos conselheiros Alberto Borges de Souza, no setor de grãos; José Mauro de Oliveira, do segmento sucroenergético; Joaquim Guilherme Barbosa da Silva (leite) e Leandro Luiz Stival Ferreira (carne).

Um dos três eixos estratégicos para a Fieg, ao lado da mineração e da industrialização de grãos em Goiás, o segmento “fashion” ganhou no âmbito da Federação das Indústrias a Câmara Setorial da Moda, comandada pelo presidente do Sinvest, José Divino Arruda, com apoio dos empresários Edilson Borges, do Sinroupas; Elvis Roberson Pinto, do Sindicalce; Jair Rizzi, do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Anápolis; Jair José de Alcântara, do Sindquímica,e Jairo Gomes, da Associação Empresarial da Região 44.

O presidente do Conselho de Agronegócios, Alfredo Luiz Correa, disse que os principais desafios do setor são relacionados a tributos, inovação e comercialização. “O agronegócio é composto por cinco segmentos: carne, leite, sucroenergético, silvicultura e grãos. Nós já solicitamos para que cada membro e diretor nos tragam as pendências, projetos para que possamos traçar os planos deste novo conselho”, acrescentou.

De acordo com o presidente da Câmara da Moda, José Divino Arruda, a cadeia produtiva do vestuário cresceu bastante, pulverizou-se muito nos municípios e ficou impossível detectar todas as necessidades. “O setor de moda cresceu por necessidade, em meio a dificuldades, quase sem apoio do poder público.” Para o empresário, agora, cada segmento terá como trazer as demandas, as pautas e com isso fortalecer o segmento num todo.

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